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quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Condutores elétricos

Condutor elétrico, como o próprio nome pronuncia, é todo material que possui a propriedade de condutibilidade elétrica. Podemos analisar as propriedades dos condutores elétrico para explicitar sua eficiência, portanto utiliza-se os seguintes aspectos gerais:
·         Material a ser utilizado como condutor;
·         Forma geométrica do condutor;
·         Isolação e isolamento;
·         Blindagem;
·         Seção nominal;
Na área de elétrica e eletrônica podemos citar os seguintes materiais condutores: cobre, prata, mercúrio, alumínio, bronze, chumbo, platina e latão. A forma geométrica dos condutores implica diferencias significantes e importantes na avaliação dos condutores, pois a forma geométrica indica como a eletricidade irá fluir no condutor elétrico.

Vale salientar que a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) possui uma norma específica para condutores elétricos, que é a NBR 5471 (deixarei o link para adquirir no formato pdf). Assim, quando utilizamos a norma específica, a possibilidade de erro é reduzida. 
São muitas as propriedades dos condutores para realizar um projeto, seja simples ou complexo, pois é necessário dimensionar o limite de queda de tensão, defasagens ou até mesmo erros por conta da execução.


Fonte: Ciaiberica (2014)

sábado, 31 de maio de 2014

Ideia básica de um inversor de frequencia

Os inversores de frequência são fundamentais em várias áreas do conhecimento. Desde uma simples instalação de um sistema de bomba, até uma instalação de um complexo industrial de alta tecnologia. Vale ressaltar, também, a versatilidade e simplificação que o inversor pode fornecer, e ainda a redução de custos.
De maneira simplificada, a estrutura do inversor de frequência é simples. O diagrama de bloco de um conversor, geralmente está dentro do seu manual de instruções. Portanto, é mais que necessário o entendimento do seu funcionamento para encontrar a correta ação da resolução de algum problema.
Retratando os inversores de forma geral, a corrente de entrada no inversor é corrente alternada (CA), que passa pelo primeiro bloco do inversor, o retificador. Este possui a função de transformar a corrente alternada (CA) em corrente contínua (CC). Após a passagem pelo retificador, a corrente passa por outro bloco, o barramento. Este possui várias funções, dentre elas, está a necessidade de eliminar “ruídos”, e manipular a corrente elétrica para todo o circuito.

Vale ressaltar que internamente, no barramento, existem os reatores e os bancos de capacitor. Este proteger o sistema elétrico de falhas como a “ride-througth e aquele retira o ruído. Assim, após a corrente passar pelo barramento, ela irá passar pelo bloco inversor, onde propriamente ocorre a manipulação da frequência da corrente e após esta última etapa vai para a saída, onde novamente será corrente alternada.


www.ebah.com.br

domingo, 2 de fevereiro de 2014

Conheça o SPDA (Sistema de Proteção contra Descargas Atmosféricas)



Podemos definir raios como fenômenos atmosféricos caracterizado pela formação de correntes elétricas com uma imperiosa tensão. Quando, em uma região, a incidência de raios, estatisticamente, é muito alta, faz-se necessário o uso de sistemas de proteção. Este, conhecido como SPDA (Sistema de Proteção contra Descargas Atmosféricas).
A jornada para descobrir a natureza elétricas das descargas atmosféricas foi muito longa. Quando o estudo desse fenômeno evoluir, fez-se a necessidade do uso de um sistema de proteção. Benjamin Franklin foi o primeiro a propor um sistema de proteção contra raios, c         onhecido como “para-raios (ou descarregador)”. Benjamin comprovou o poder das pontas ao empinar uma pipa durante uma tempestade, de forma que observou a atração de raios decorrente da pipa. Os principais métodos de proteção contra raios são de Franklin, Faraday e eletromagnetismo.

Antes de realizar um projeto que abrange a SPDA, o atuante deve efetivar um estudo sobre a necessidade de um sistema de proteção na área pretendida. A decisão de proteger um local pode ser feita de maneira legal (ou seja, regido de leis e normas), ou um estudo intuitivo feito por um profissional da área, no caso um engenheiro eletricista. O método que determina a necessidade pode ser especificado pela norma brasileira regulamentadora NBR5419. Este, demostrar o fator de risco tabelado:

 
Tipo de ocupação
Fator A
Casas
0,3
Casas com antenas externas
0,7
Fábricas e laboratórios
1,0
Escritórios, hotéis, apartamentos
1,2
Shopping, estádios, exposições
1,3
Escolas e hospitais
1,7


Após a análise de necessidade de proteção de uma determinada área ou estrutura, e determinado o nível de proteção necessária, o primeiro passo é escolher o sistema de proteção a ser usado (Franklin, Faraday, eletromagnetismo ou misto). Uma vez definido o sistema de proteção far-se-ão os cálculos dos componentes que compõe o mesmo.